Acompanhe, de forma aberta e atualizada, cada etapa do projeto que vai transformar a aviação na Região Central do Rio Grande do Sul.
Prazo total estimado: 75 meses
(nov/2025 a jan/2032)
Do estudo de áreas à obra — acompanhe o status de cada uma das nove etapas do cronograma, até a decolagem.
A escolha do lugar do aeroporto não é no chute. Ela segue um método oficial, passo a passo, que vai afunilando as opções até chegar ao terreno mais favorável.
Primeiro define-se o tipo de avião, o tamanho da pista e a região onde vale a pena procurar.
Tira-se do mapa tudo que inviabiliza um aeroporto: restrições do espaço aéreo, áreas ambientais protegidas, ruído sobre a cidade, risco de aves e terrenos sem infraestrutura.
No que sobra, identificam-se os terrenos que de fato poderiam receber o aeroporto — os candidatos.
A equipe visita cada candidato, tira fotos e examina o solo e o entorno. É a etapa que você vê logo abaixo, na nossa pesquisa de campo.
Cada terreno recebe notas em seis critérios técnicos e é ordenado do melhor ao pior.
Aponta-se, com transparência, o terreno mais favorável e o porquê da escolha.
Na etapa 5, cada terreno é avaliado nestes seis pontos:
Quanto mais firme e resistente o terreno, melhor para construir.
Quanto menos terra precisar mover para nivelar, mais barato e rápido.
Quanto menos casas afetadas pelo barulho dos aviões, melhor.
Quanto mais perto da cidade que vai usar o aeroporto, melhor.
Quanto mais perto de uma rodovia pavimentada, mais fácil chegar.
Quanto mais perto da rede elétrica e de serviços, menor o custo.
Baseado na Metodologia de Escolha de Sítios Aeroportuários Regionais (MESA) — Ministério da Infraestrutura / Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).
A metodologia acima já está sendo aplicada ao nosso caso. O ITA, em parceria com a SAC e a Prefeitura, fez o levantamento técnico da região e apresentou os primeiros resultados em março de 2026.
Partindo da área de busca, o estudo foi eliminando o que não servia até sobrarem os terrenos que valiam uma visita:
Mapas técnicos das áreas escolhidas para a visita, mais um panorama geral da região. Imagens ilustrativas.

Visão geral do relevo e dos municípios dentro da área de busca de 45 km.

Conjunto de terrenos vizinhos em relevo suave, em cotas por volta de 170 metros.

Dois terrenos próximos, também na faixa de cotas mais altas da Área S-1.

Terreno alongado acompanhando o eixo de uma via existente.

Terreno em cotas um pouco mais baixas, por volta de 120 a 160 metros.

Terreno em cota mais baixa, por volta de 116 metros, em outra região da busca.
Mapas técnicos do estudo (ITA). As coordenadas geográficas foram removidas das imagens para preservar a localização exata dos terrenos.
Imagens aéreas para enxergar o terreno e o entorno de cima.
Checagem visual de morros, torres e o que possa atrapalhar os aviões.
Coleta de material em três pontos para analisar a resistência do solo.
Fonte: Estudo de prospecção de sítios — ITA, em parceria com a Secretaria de Aviação Civil (SAC) e a Prefeitura de Santa Maria. Produto III (MESA-A), março de 2026.
Some sua voz às 0 manifestações de quem acredita no novo aeroporto. Toda mensagem passa por uma breve revisão antes de aparecer no mural.
Eventos importantes que marcam a articulação política e institucional do projeto.
A pista atual atende apenas aeronaves regionais (ATR 72). O novo aeroporto receberá jatos de grande porte como Boeing 737 e Airbus A320, ampliando conexões com Guarulhos, Congonhas e Brasília.
As enchentes de 2024 mostraram Santa Maria como alternativa logística para o Rio Grande do Sul, fortalecendo turismo, cultura, saúde e a resposta a emergências.
O projeto impulsiona universidades, hospitais, inovação, investimentos e geração de empregos em toda a Região Central — Município, Governo Federal e ITA atuando de forma integrada.
Organizações que caminham junto pela realização do novo aeroporto regional de Santa Maria.